Libertando-se Do Medo Religioso!
Libertando-se do Medo Religioso: Como Deixei a Culpa para Trás Encontrei a Verdadeira Transcendência
Durante um tempo convivi sob o peso do medo religioso e confesso que foi uma experiência sufocante, e o pior de tudo muito silenciosa. Felizmente, no meu caso, esse período foi curto, aproximadamente 4 anos de evangelho — mas o suficiente para causar danos que poderiam ter sido irreversíveis.
A virada de chave aconteceu quando decidi ir além. Graças ao conhecimento que adquiri lendo não apenas a Bíblia, mas diversos outros livros, desenvolvi a capacidade de questionar. Questionei a mim mesmo e as verdades impostas à minha vida, ou seja, desenvolvi nada mais nada menos que senso crítico. Foi assim que compreendi duas coisas fundamentais: a religião não precisa ser temida e, muito menos, fazer sentido.
Hoje, sei que é plenamente possível viver bem e em paz sem estar atrelado a nenhuma instituição ou culto. Fique comigo até o final deste texto e descubra se essa jornada também faz sentido para você.
| Foto: Gerada por IA |
O Primeiro Contato: A Trilha Padrão da Religião
Como a maioria das pessoas, meu primeiro contato com a fé veio da minha família. Meus pais frequentavam um grupo religioso e, naturalmente, eu os acompanhava nessa missão. Durante a infância e a pré-adolescência, vi parentes transitarem por diferentes denominações. A busca deles era sempre a mesma: uma vida melhor, libertação de amarras, paz espiritual e o principal, vida após a morte, pois, geralmente não aceitamos morrer e simplesmente deixar de existir, temos que pensar que vamos para algum lugar melhor do que este aqui na terra.
Contudo, meu envolvimento mais intenso aconteceu através de um relacionamento afetivo. Passei a frequentar uma igreja evangélica de bairro. O formato era aquele clássico: cultos aos domingos, terças, quintas... Se eu deixasse, a igreja consumia minha semana inteira.
Por conta da minha rotina de trabalho, eu ia mais aos domingos e às reuniões de "célula" no meio da semana. E foi em uma dessas células, acabei sendo fisgado por um apelo fortemente emocional, que decidi aceitar a Cristo.
A Linha de Montagem da Fé: O Famoso "Encontro com Deus"
Para um recém-convertido, a estrutura da igreja prevê uma série de etapas obrigatórias. A primeira delas foi a consolidação, onde um membro mais antigo atua como uma espécie de conselheiro para você desabafar. Depois, vem "Batismo", escola dominical entre outras, a ordem pode não ser tão cronológica, mas se você frequenta alguma igreja evangélica deve ter passado por algo semelhante, e um momento que foi marcante durante esse período foi: o "Encontro com Deus".
A expectativa gerada em torno desse acampamento de três dias era gigantesca. Os irmãos diziam que era algo "tremendo", que ninguém voltava do mesmo jeito. Lembro bem do bordão utilizado na época "o encontro é tremendo".
Bastidores da Experiência
Ao chegar lá, o espaço era excelente: grande, com piscina, churrasqueira, campo de futebol, cheguei a cogitar até que iria rolar um babinha. Porém, quando me deparei com a quantidade massiva de ônibus e jovens aglomerados em fila, cada líder das respectivas igrejas organizando toda aquela massa de gente, aquela visão me trouxe uma lembrança imediata: parecia o dia em que fui dispensado do exército por excesso de contingente.
A rotina ali era completamente diferente para o meu perfil de pessoa:
Primeiro: Quartos lotados de homens, aquela gritaiada que so um local aglomerado pode proporcionar, beliches disputados e lógico quem chegou primeiro pegou os melhores lugares.Segundo: os banheiros eram comunitários, não sei se voce consegue imaginar como pode ser um banheiro compartilhado com um monte de marmanjo e adolescente, e como acordavamos cedo tínhamos que tomar aquele banho gelado logo pela manhã.
Terceiro: era pregação o dia inteiro com pastores que se revezavam no altar e dinâmicas forçadas de integração—pega na mão do seu irmão—ore pela vida dele—libere um palavra profética, entre outras.
O "Ato Profético" na Fogueira
A dinâmica mais marcante aconteceu na última noite. Fomos orientados a escrever uma carta detalhando todos os nossos pecados e aflições, tudo aquilo que nos empedia de levar uma vida plena como cristão. Em seguida, fomos caminhando por um local escuro, até que avistei os pastores que estavam pregando, todos próximo de uma fogueira, parecia com uma seita, logo já imaginei para que se tratava a carta.
| Mais ou menos neste nível, ato profético. So substituir por pastores e líderes, que voce pode ter uma dimensão do que estou falando. |
Havia uma euforia desmedida: gritos no ouvido, oração em línguas, choro, palmas, cantorias, e tão logo veio um povo lá que eu não conhecia e me perguntou se eu estava pronto para "deixar a vida pecaminosa". Era óleo ungido na cabeça e sessões que lembravam forte descarrego espiritual da igreja universal—eu ficava pensando dentro mim, quando que aquilo tudo iria acabar, meu único sentimento real de felicidade foi saber que logo voltaria para o conforto da minha casa para um banho decente, ou seja, tranquilidade do lar.
No dia seguinte uma manhã de domingo, era notório que já não tinha muito o que fazer, não tinha mais programação, parecia tudo improvisado, ficamos lá esperando ouvindo músicas ou louvor né como diz no mundo cristão. So que, essa programação estava longe de acabar — fomos avisados que ainda não voltariamos para casa, ou seja, fomos direto para o culto principal do domingo a noite testemunhar no altar — contar os milagres que aconteceu e as transformações que passamos no "encontro com Deus". Sendo eu uma pessoa que detesta chamar atenção, quando chegou a hora de dar meu testemunho, como não tinha muita coisa para falar peguei o microfone, soltei o jargão padrão — "O encontro é tremendo" — e saí de cena. Foi engraçado porque o todos esperavam um relato transformador, a verdade é que eu não tinha conseguido me conectar com nada daquela engrenagem.
A Cobrança por Obras e o Início do Terrorismo Religioso
Passado o encontro, a liderança adota uma estratégia comum: engajar o membro em funções para evitar o "esfriamento" espiritual. Fui incentivado a abrir uma célula na minha própria casa. Como eu trabalhava viajando e a rotina CLT não colaborava, acabei remanejado para a recepção da porta.
Por não conseguir manter a frequência de cultos exigida, fui gradativamente deixado de escanteio. E é aí que entram as cobranças veladas e as manipulações psicológicas:
"Deus vai cobrar de você no céu." "A fé sem obras é morta."
Por vezes fui questionado sobre meu trabalho não me permitir realizar funções na igreja, cogitei até mesmo mudar de emprego para cumprir com as obrigações espirituais ditas pelos irmãos. Como o trabalho era bom e me permitia pagar meus boletos e estruturar a família que tenho hoje, independentemente da pressão psicológica que tentavam exercer, acredito que por sorte me mantive firme e foi a melhor escolha que fiz.
O Ciclo do Contritamento: Pecado, Culpa e Castigo
No início da minha caminhada, fui um cristão exemplar: leitura diária da Bíblia, oração constante e busca obstinada pela retidão. Busquei a religião para me livrar de aflições, ou pecado, acreditando na promessa de que a dedicação total atrairia a graça divina.
Mas a conta nunca fechava. Como qualquer ser humano, eu cometia pequenos deslizes ou pecado no âmbito religioso. E a sensação era de que qualquer erro gerava um castigo imediato, porque foi assim que aprendir, não existe pecado pequeno ou pecado grande, tudo era contabilizado como pecado. Se eu conversava com os líderes sobre esses pecados ou problemas da semana, o diagnóstico era padrão: "Você precisa se dedicar mais ao Senhor". Você está se dedicando pouco ao Senhor, por isso abre brecha no mundo espiritual para satanás tomar conta de sua vida.
Então eu dobrava a aposta. Passava meses me dedicando, orava mais, fazia a leitura da bíblia com mais frequencia, como não tinha muita disponibilidade para estar em todos os cultos passei em investir em obras caridosas com base no príncipio bíblico de ajudar ao próximo, investia recursos próprios fazendo panelas de sopa para caridade, tentava ser impecável. Mesmo assim não era suficiente, um deslize por menor que fosse a punição divina era quase que imediata, era isso que eu acreditava na época.
Voltava para igreja conversa sobre, e as respostas eram sempre as mesmas, alguma coisa você está fazendo de errado. Esse ciclo foi gerando um estado de angústia crônica e ansiedade terrível. Eu dormia e acordava calculando meus passos para não errar e ser castigado pelo divino, e por mais que eu tentasse de tudo ficava me perguntando se era bom o suficiente, era um contritamento angustiante. As pregações pareciam sempre as mesmas se alguma coisa estava dando errado em minha vida, era porque não estava me dedicando o suficiente, pois, "Deus nunca erra", "Ele é um Deus zeloso" e qualquer coisa que acontece eu sou sempre o culpado de não agradar a Deus.
Certo dia, eu comecei a perceber uma temática interessante, as conquistas eram sempre creditada a Deus, as pessoas sempre exaltava a Ele—obrigado por esse carro, obrigado por este emprego, obrigado por esta casa—foi Deus que me deu, se não fosse por Deus eu não teria conseguido, as pessoas subiam ao púlpito davam seu tesmunho de engrandecimento a Deus.
Mas na horas das falhas a culpa é sempre nossa—Deus não falha—Deus é soberano, então, eu me perguntei! Porque as conquistas são total mérito de Deus, mas, na hora da falha temos que ser punido com um castiguinho divino para nos comportar? Por fim, não desmerecendo a fé alheia, mas aceitei que se minhas falhas me pertence as conquistas também são minhas.
Certa vez um parente meu estava passando por um situação bem "fudida" mesmo, eu e várias outras pessoas da família não crente ajudaram. No dia do testemunho dela, foi Deus para todo lado—as maravilhas de cá—maravilhas de lá—os milagres de Deus... não estou dizendo que é um demerito exaltar Deus pelas conquistas, ao contrário é totalmente válido, mas os familiares não ganhou um obrigado e no final, as bençãos testemunhadas por ela, foi só dinheiro mesmo que também fez parte do processo.
"Não quero me comparar a Deus" ou diminuir a fé dos outros, falo isso para os chatos de plantão não ficarem choramingando, mas o que eu quero enfatizar aqui é: ás vezes aquilo que pensamos ser o auge de coisas espirituais vendidos como fírulas em certas igrejas, pode ser na verdade, pessoas ajudando pessoas.
A Virada de Chave: O que Está Sob Nosso Controle?
A grande virada de chave começou a acontecer durante uma viagem de trabalho. Com pressa após acordar tarde no hotel, algo que já vinha praticando a bastante tempo. Para compensar o atraso, acelerei mais do que devia na estrada, nesse dia acabei trincando o para-brisa do carro e tomei mais uma multa de trânsito — acumulando um prejuízo em multas mais de 4 mil reais somente em um ano.
O primeiro pensamento automático foi: "Isso é castigo por algum pecado". Mas, longo da semana, fiquei refletindo: não é possível.
Comecei a analisar o ambiente sob a ótica da realidade, e não sob ótica de um castigo divino por alguma falta de conduta religiosa. Comecei a refletir sob a perspectiva das variáveis que permeiam o nosso universo, e cheguei a conclusão! Quais delas eu tenho controle e quais delas eu não tenho controle? Diante disso, passei a sair mais cedo para o trabalho e solucionei problema das multas, assim como, chegar atrasado nos locais de trabalho. Uma variável simples e puramente humana, que estava sob meu controle.
Essa percepção tirou um peso enorme dos meus ombros. Passei a entender, que muitas das coisas que acreditava ser pecado com posterior castigo do divino, era somente a uma das tantas variáveis do universo, que não liga se você é muito crente ou pouco crente, se você é da Umbanda ou Budista, as variaveis e probabilidades vão acontecer independente do que façamos.
Não podemos deter a chuva, mas podemos comprar um guarda-chuva para nos proteger dela.
A Contribuição do Desenvolvimento Pessoal
Buscando sair um pouco da bolha de ler somente a bíblia como um livro universal, comecei a ler livros fora do nicho religioso, e a leitura de "Mindset" mudou minha perspectiva. O livro me ensinou sobre os processos do cérebro e a importância de entender o tempo de maturação de cada mudança.Por exemplo, alguns fumantes conseguem abandonar o vício mais rapidamente e outros não. So que pessoas religiosas tendem a simplificar o problema somente a falta de interesse das pessoas que procuram no meio religioso uma forma de se libertar do vício, e na pior das hipóteses, rotulam como algum problema espiritual.
O livro acaba explicando uma tese onde, existem pessoas que conseguem responder a estímulos mais prolongado, nesse doloroso processo em abandonar vícios, e o erro acontece justamente porque o cérebro não entende como nós queremos que ele entenda, você diz para ele que pretende abandonar o vício e o seu consciente sabe que você está certo, so que, essa máquina preciosa que nos temos no top do corpo, vai reagir te dizendo, você fumou durante 40 anos e agora do nada você quer parar?
Esse e o processo conhecido como abstinência, e não adiantar tentar convencer quem não conhece e nunca estudou sobre temas tão complexos, pois o principal argumento de quem so vê o mundo sob uma perspectiva e sempre o mesmo: que é falta de vontade das pessoas e quando passamos para o âmbito religioso, então o processo tende a ser pior ainda.
O processo de extinguir vícios vai exigir de alguns mais tempo que outros. O que aprendi com a leitura foi: "Se não consegue parar de imediato, tente mitigar os efeitos do vício", aliado a isso sempre buscando uma forma de parar por completo, seja com ajuda profissional ou até mesmo religioso, mas de um jeito que não seja mais doloroso do que a própria dor que sentimos em ter que suportar o peso de um vício.
Partindo desse príncipio a vida para mim se tornou muito mais fácil.
A aplicação prática foi imediata: quando eu errava, não me sentia mais um tolo digno de punição divina. Sabia exatamente que os problemas continuariam acontecendo, independentemente de eu errar ou não, e que isso não tem nada haver com Deus ou com pecado — como o dia em que o câmbio do meu carro quebrou, custando 10 mil reais o reparo —, mas em vez de caçar culpados ou pecados ocultos, meu foco agora estava em resolver problemas, seja de pecado ou não, só não queria mais me sentir escravo.
Na época em que comecei a ler livro "Mindset", tinha algo que me incomodava muito, provavelmente este foi o motivo de fazer parte de uma religião, e confesso que não me arrependo de feito parte, mas é preciso como seres humanos racionais fazer distinção das coisas que podem ser sobrenaturais de coisas puramente cotidianas, infelizmente colocamos tudo em uma caixa, e pronto, resolvido o problema. A grande questão é, somos seres individuais, ou seja, pensamentos, emoções e comportamentos diferentes, a mesma solução que foi para uma pessoa não é para outra, por isso, a religião não é unânime entre todos.
Depois de trabalhar não o vicio em si, mas como eu poderia ter controle sobre a minha vida no dia a dia, ou seja, mitigar os efeitos, principalmente a procrastinação—entao, como num passe de mágica o vício foi se perdendo em meio a tantas outras coisas rotineiras da vida.
O Diagnóstico da Igreja Atual: Narcisismo e Mercantilismo
Com o tempo, o distanciamento da rotina de igreja foi inevitável, sobretudo ao notar certas incoerências. Quando você questiona a engrenagem, a liderança rapidamente da um jeito de te calar, e o principal rotulamento de quem questiona é: "está endiabrado".
Abaixo, destaco os pontos críticos que me afastaram do modelo tradicional:
Falta de Preparo Humano: Muitas pessoas encarregadas de aconselhar não possuem maturidade ou formação para lidar com a complexidade da mente humana. Pior: não há um código de ética ou conduta. Você corre o risco de desabafar com alguém que vai transformar seu problema em fofoca.Mercantilismo nos Templos: pregar a salvação ou a evolução pessoal foi substituída pela teologia da prosperidade e por ataques a outras denominações.
Narcisismo Religioso: O uso da fé para destilar pragas gospel, julgar o próximo e sentenciar os outros ao inferno virou rotina.
Ainda frequento a igreja eventualmente para manter o círculo social e absorver o que há de bom, mas não sou mais escravo do sistema. Cheguei a ser visto como "má influência" por pensar fora da caixa, e o mais engraçado é que a galera jovem gosta da minha presença.
Certa vez, propus ao líder dos jovens na época, uma célula online que se provou promissor, atraindo muito mais pessoas do que o modelo físico. Contudo, o pastor exigiu o fim das reuniões virtuais alegando que o público online não frequentava o templo físico.
Ao confrontá-lo se o objetivo do evangelho era espalhar a mensagem ou simplesmente encher bancos, fui rebatido com malabarismos teológicos. A célula online foi encerrada, o público sumiu e ficou claro que, para o sistema, o ego institucional vale mais do que o propósito.
O Confronto da Célula Online
Ainda frequento a igreja eventualmente para manter o círculo social e absorver o que há de bom, mas não sou mais escravo do sistema. Cheguei a ser visto como "má influência" por pensar fora da caixa, e o mais engraçado é que a galera jovem gosta da minha presença.
Certa vez, propus ao líder dos jovens na época, uma célula online que se provou promissor, atraindo muito mais pessoas do que o modelo físico. Contudo, o pastor exigiu o fim das reuniões virtuais alegando que o público online não frequentava o templo físico.
Ao confrontá-lo se o objetivo do evangelho era espalhar a mensagem ou simplesmente encher bancos, fui rebatido com malabarismos teológicos. A célula online foi encerrada, o público sumiu e ficou claro que, para o sistema, o ego institucional vale mais do que o propósito.
Conclusão: Ative a Transcendência no Agora
Não sou leviano a ponto de dizer que a religião não tem valor. Reconheço seu papel fundamental na sociedade, servindo de amparo para classes fragilizadas e ajudando pessoas a superarem vícios e dificuldades. O perigo mora no isolamento dessa perspectiva, achando que ela é a única régua do mundo.
É perfeitamente possível ser cristão sem participar das sandices institucionais que vemos por aí. Para mim, a verdade está naquilo que podemos provar. O foco real da espiritualidade não deveria ser enriquecer, curar doenças de forma mágica ou atacar opositores.
O verdadeiro objetivo da religião é nos fazer transcender a pessoas melhores no trato com o outro e principalmente com nós mesmos. Em tempos de polarização, eu mesmo já me peguei odiando pessoas por divergências políticas e religiosas, até entender o quão idiota eu estava sendo ao trair os princípios básicos de humanidade e amor ao próximo.
A minha verdade e a verdade de outrem, não é absoluta, a não ser aquela verdade que possamos comprovar — Claudio Silva
Transcender não é ser tolo, nem viver sofrendo na Terra à espera de um paraíso futuro. Transcender é colocar o conhecimento em prática para resolver problemas reais, no mundo ao vivo e a cores.
O sofrimento faz parte da jornada, mas ser feliz neste mundo também é um dever irrefutável. Essa temática de um Deus cruel e seletivo, que segundo a ideologia de muitos cristãos, parece está sempre a espreita para te castigar é meramente coisa do próprio comportamento humano, que não aceita confrontamento. Depois que você entende essa dinâmica, servir a "JESUS CRISTO" fica muito mais fácil e prazeroso.
Comentários
Postar um comentário